Todo mundo tem medo de mexer naquele sistema. Ele roda em Java 8, usa um Spring de outra década, ninguém sabe ao certo o que acontece se uma classe for alterada, e mesmo assim é ele que fatura. A modernização de sistemas legados não precisa ser um projeto de dois anos com data de virada assustadora. Pode ser um trabalho incremental, medido e reversível, que entrega valor desde as primeiras semanas.
A Arko Labs moderniza sistemas Java com squads de agentes de IA que trabalham 24/7 sobre o seu código, supervisionados por um arquiteto sênior humano que aprova cada plano.
O desafio
Empresas brasileiras com sistemas críticos em Java costumam enfrentar o mesmo conjunto de problemas:
- Versões sem suporte. Java 8 ou 11, bibliotecas desatualizadas e vulnerabilidades conhecidas que aparecem em auditorias de segurança.
- Spring legado. Configuração em XML, servidores de aplicação pesados e dependências que travam a atualização de todo o resto.
- Monolito acoplado. Uma mudança em faturamento quebra o cadastro. O deploy é semanal, mensal ou pior, e exige janela de manutenção.
- Pouca ou nenhuma cobertura de testes. Ninguém refatora com confiança, então o código só cresce em complexidade.
- Conhecimento concentrado. As regras de negócio vivem na cabeça de poucas pessoas, ou de ninguém.
- Tentativas anteriores de reescrita. O projeto big bang atrasou, estourou o orçamento e foi abandonado, deixando dois sistemas para manter.
Enquanto isso, o negócio pede integrações com PIX, Open Finance Brasil, novos canais e adequação à LGPD, e cada pedido demora mais que o anterior.
Como o squad da Arko Labs atua
O squad reúne agentes com papéis definidos (arquiteto, desenvolvedores, QA, segurança, revisor e DevOps). O arquiteto sênior humano aprova os planos e responde pela entrega.
- Mapeamento do legado. Os agentes leem o código, mapeiam módulos, dependências, pontos de integração e regras de negócio implícitas. O resultado é um mapa navegável do sistema, não um documento genérico.
- Testes de caracterização. Antes de mudar qualquer linha, o squad escreve testes que registram o comportamento atual. Eles protegem contra regressões em código que nunca teve testes.
- Plano incremental. O arquiteto aprova uma sequência de etapas pequenas, cada uma entregável e reversível. Sem big bang.
- Atualização de plataforma. Migração de Java 8 ou 11 para Java 21, passando por versões intermediárias quando necessário. Atualização de bibliotecas e eliminação de APIs removidas.
- Spring legado para Spring Boot 3. Troca de configuração XML por configuração em código, migração de javax para jakarta, adoção de padrões atuais de segurança e observabilidade.
- Monolito para microsserviços com strangler pattern. Os domínios mais instáveis ou mais valiosos são extraídos primeiro. O tráfego migra aos poucos, com o monolito funcionando em paralelo até cada parte ser desativada.
- Pipeline e infraestrutura. CI/CD automatizado, containers, Kubernetes e infraestrutura em Terraform, para que o deploy deixe de depender de janela de manutenção.
Microsserviços não são obrigatórios. Se um monolito modular bem organizado resolve o problema do cliente, essa é a recomendação.
O que entregamos
- Diagnóstico do legado com mapa de dependências, riscos e estimativa por etapa
- Suíte de testes de caracterização cobrindo os fluxos críticos
- Aplicação rodando em Java 21 com dependências atualizadas e vulnerabilidades tratadas
- Migração para Spring Boot 3 com configuração moderna
- Domínios extraídos em serviços independentes, quando a arquitetura alvo pedir
- Camada de roteamento para o strangler pattern, com migração gradual de tráfego
- Integração entre serviços com APIs REST ou eventos via Kafka
- Pipeline de CI/CD com testes automatizados e deploy sem janela de manutenção
- Documentação das regras de negócio recuperadas do código
- Registros de decisão de arquitetura para cada escolha relevante
Segurança, compliance e controle
Os agentes trabalham com acesso mínimo, usando credenciais do cliente que podem ser revogadas a qualquer momento. Cada plano, decisão e commit fica em trilha de auditoria. O trabalho respeita a LGPD e as políticas internas da sua empresa, o que inclui o tratamento de dados pessoais encontrados em bases e logs do legado.
Nenhuma mudança chega à branch principal sem revisão humana. Toda alteração passa pelos quatro gates do Sentinel Method, framework open source da Arko Labs: testes, segurança, performance e manutenibilidade. Em modernização, isso garante que cada etapa preserve o comportamento existente, não introduza vulnerabilidades e não piore o tempo de resposta.
Por que a Arko Labs
O arquiteto fundador da Arko Labs tem mais de 19 anos em sistemas financeiros, boa parte deles em Java, de versões antigas a Java 21. No histórico estão uma plataforma global de remessas com mais de 10 milhões de transações por dia em mais de 200 países e 99,99% de uptime, uma plataforma de recompensas fintech com mais de 250 mil transações por hora e um e-commerce com mais de 1 milhão de usuários simultâneos na Black Friday. A experiência inclui liderança de squads de 8 a mais de 25 engenheiros.
A Arko Labs é uma empresa brasileira de Ribeirão Preto (SP), fundada em 2019. Trabalhamos no mesmo fuso da sua equipe e com contrato em reais. Você moderniza o sistema que sustenta o negócio sem apostar tudo numa reescrita e sem parar a operação.